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O Trabalho – A arquitetura da paisagem é um trabalho que envolve aspectos técnicos, ambientais e criativos; que devem ser equalizados. Só assim é possível a concepção de projetos paisagísticos consistentes, que sejam capazes de integrar a natureza à arquitetura, viáveis, biodinâmicos e além de tudo, belos. Para isso, o conhecimento multidisciplinar é indispensável, assim como a inspiração artística e a dedicação pessoal.

Compor a flora, manipular substratos, arranjar relevos, imprimir texturas, jogar com os elementos, subverter o concreto: Arquitetar a paisagem.

 

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A Abordagem – O paisagismo passou a ser cada vez mais importante como ferramenta de gestão ambiental por conta de seu potencial conservacionista. Interpretar o meio natural e reproduzi-lo no meio urbano é uma eficiente forma de condicionamento ambiental das cidades.

Na criação de ilhas de conservação de biodiversidade vegetal em meio antrópico, os arranjos florísticos e métodos de ajardinamento propostos têm como objetivo a ecogênese, ou seja, a criação de sistemas ecológicos modulares integrados com o meio natural remanescente, o que transpõe o simples intuito da beleza cênica e requalifica o paisagismo, alinhando sua consonância com os desafios contemporâneos relacionados ao meio ambiente e qualidade de vida.

 

O Processo – Após a consolidação do contato inicial com o cliente e tendo todas as suas necessidades e anseios quanto ao projeto paisagístico evidenciadas, o processo de prospecção da paisagem é iniciado, considerando também o partido arquitetônico adotado e o bioma correspondente, assim como as características do solo, relevo, hidrografia e da flora diretamente relacionada.

Desta forma, uma equipe multidisciplinar se reúne a fim de compor um estudo preliminar, onde todos os conceitos serão discutidos e ponderados, as referências de projeto semelhantes reunidas e assim, se dá início ao processo de criação dos arranjos florísticos e configuração das áreas. Estas informações, depois de compiladas, compõem um material ilustrado que é apresentado ao cliente, que determina eventuais alterações que serão consideradas na próxima etapa do processo projetual.

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Com a aprovação do estudo preliminar, inicia-se a etapa de desenvolvimento técnico, onde o detalhamento dos desenhos é acentuado e são compostas as tabelas quantiqualitativas, que descrevem os tipos e quantidades dos componentes e insumos envolvidos na execução do jardim. Nesta fase também são definidos todos os subterfúgios tecnológicos relacionados á irrigação automatizada e iluminação das áreas. É também neste momento que acontece a compatibilização das ideias propostas com os elementos arquitetônicos da área em estudo. O material gerado nesta etapa de projeto oferece perfeita condição de entendimento para a execução do jardim.

Tendo íntimo entendimento do processo de evolução do projeto, assim como dos elementos arquitetônicos relacionados e dos fatores logísticos envolvidos; as atividades seguem orientadas por um cronograma para a etapa de execução, onde o jardim toma forma. Depois da conformação do jardim, o elo não é rompido; dão início às atividade de pós-venda, voltadas á melhoria jardinística das áreas e á coordenação biodinâmica dos maciços vegetais, mas somente o tempo, no entanto, se incumbirá de concretizar um ideia; uma sentença paisagística.

 

O Material

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Os serviços – Por contar com uma equipe multidisciplinar, os serviços oferecidos são diversificados em atuação e englobam várias escalas de paisagem, partindo de pequenos projetos á composição de vastas áreas urbanísticas, de projetos personalizados á grandes projetos corporativos e concursos arquitetônicos. Assim sendo, seguem listados os principais serviços oferecidos:

  •  Projetos de arquitetura paisagística e urbanismo;
  •  Recomposição da flora e reformas paisagísticas;
  •  Assessoria e consultoria técnica;
  •  Oficinas temáticas e palestras;
  •  Jardinagem.